Segunda-feira, 14 de Dezembro de 2009

Voar

O Louco

momento de voar

A hora é esta, Mafalda: arriscar-se, atirar-se destemidamente na direção do novo. Ainda que muitas pessoas possam se apavorar e tentar lhe demover daquilo que sua alma interpreta como um novo impulso criativo, não se incomode. As pessoas falam porque estão viciadas em certezas e seguranças. Mas O Louco, arcano zero do Tarot, vem lembrar que, eventualmente, alguma loucura é mais do que bem-vinda! Ponha sua vida em movimento e lembre-se que é sempre momento de recomeçar. Evite o medo e não espere as coisas tomarem uma forma “certa” para agir. Vá!

Conselho: Momento de se atirar em novas direções, sem temor.

 

Ora bem, não deixa de ser um contra-senso porque é por eu ser tão impulsiva e me atirar nas situações de cabeça, corpo e alma que estou neste embróglio.

Neste momento não sei se me consigo atirar, sem temor.

 

 

 

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vivido por umdiadepoisdooutro às 15:38
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Sábado, 12 de Dezembro de 2009

A memória

A memória é traiçoeira e nem sempre joga a nosso favor.

Acho que deve de haver assim uma memória diabinho e outra anjinho como nos cartoons quando aparece a consciência boa e a perversa.

Existem aquelas recordações que são boas, outras que não são boas mas que nos ajudam a esquecer através da raiva e depois todas as outras que estão gravadas cá dentro e que fazem com que esquecer seja impossível, já que nem sequer consigo entender.

E a minha veio de uma conversa super banal com um colega de trabalho que nem faz a mais pálida ideia da dor que aquela conversa tão inocente acabou por despoletar.

Falávamos de sabores de café porque tanto ele como eu temos uma máquina da Nespresso, e ao dizer-me que tinham saído novos aromas café com bolacha e café com castanhas, lembrei-me de como me tinhas dado a experimentar café com cardamomo (especiaria).

E hoje ao passear na Fnac dei comigo a ver os pacotes das X-Files e os livros de culinária, bem como o livro que a tua filha te pediu para o Natal.

Ás vezes penso como é estranho que não nos encontremos na rua, afinal vivemos na mesma terra (que não é assim tão grande).

Confesso que tenho passado os últimos tempos a olhar por cima do ombro com receio de te encontrar. Deixei de frequentar o café onde íamos os dois; no entanto agora acho que gostava de te encontrar.

É que eu tenho esta mania de enfrentar tudo de frente.

Gostava de te olhar nos olhos.

Gostava de perceber.

Gostava de ver se irias fingir que não me conheces, e gostava saber o que iria sentir ao ver-te.

Infelizmente para mim não te tenho raiva, só muita mágoa.

 

 

Adoro esta música...

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vivido por umdiadepoisdooutro às 21:53
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Sexta-feira, 11 de Dezembro de 2009

...

Hoje não devia estar aqui.

Devia estar enfiada dentro da minha cama com os cobertores puxados até às orelhas; dentro do meu casulo.

Estou triste, esgotada.

Nada parece fazer sentido.

O meu coração parece que vai explodir de tantas dores acumuladas.

Afinal ainda tenho lágrimas...

 

 

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vivido por umdiadepoisdooutro às 16:43
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Quinta-feira, 10 de Dezembro de 2009

Avó

No outro dia li a seguinte frase "Até um grande guerreiro necessita do seu descanso"...

E tu foste na realidade uma grande guerreira.

Durante 94 anos foste muitas coisas, criança, menina, mulher, mãe.

Viveste em África, ainda me recordo das histórias que contavas das cobras que apareciam no quintal.

Criaste dois filhos e três netos.

Viste os teus filhos irem para o Ultramar e regressarem sãos e salvos.

Ficas-te viúva e tiveste o maior desgosto da tua vida quando os teus filhos se zangaram e o mais velho cortou relações com o irmão e contigo. Isso foi há quase 20 anos. Viveste estes últimos 20 anos da tua vida com a mágoa da ausência do teu filho.

Vinte anos é muito tempo. Tempo de mais. Orgulho de mais...

Pois hoje (e ontem) ele esteve presente.

Tu estavas disposta a perdoá-lo bastava que te tivesse ído visitar. Talvez não tenha tido coragem de te enfrentar. De enfrentar a mãe e a mulher que sempre foste. Justa e muito directa. Que nunca deixou nada por mãos alheias, nem nunca mandou recados.

É triste que aconteçam estas rupturas, e eu sempre sofri por ti avó; porque acho que uma mãe nunca deve conseguir conviver bem com uma ausência tão provocadoramente presente. Porque ele estava ali ao lado, porque passava na rua e não te dirigia palavra.

Nada devia ser maior que o Amor, mas muitas vezes o orgulho e a ganância são.

Espero que estejas em paz.

Sofreste muito e por fim o teu corpo cansado deixou de resistir.

Descansa agora avó. Mereces o teu eterno descanso.

Amar-te-ei sempre!

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vivido por umdiadepoisdooutro às 16:12
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Terça-feira, 8 de Dezembro de 2009

Pavilhão do Conhecimento

Hoje foi dia de um passeio "cultural".

Agarrei no meu filhote e na minha mãe e levei-os ao Pavilhão do Conhecimento.

Já há algum tempo que tinha bastante curiosidade em visitar.

Tinha espiolhado virtualmente as exposiçõess através do site e tinha ficado curiosa.

Gostei bastante, apesar de que a maioria ainda são um pouco avançadas para a mente e os pés irrequietos do meu reguila de 5 anos.

Mas lá se divertiu na Casa Inacabada e nas experiências existentes nessa mesma sala - Vê, Faz, Aprende.

Gosto também da mini loja onde vendem vários jogos e livros educativos mas muito apelativos que devem tornar a Ciência muito mais interessante do que quando eu pela primeira vez tive contacto com ela. Pudesse eu e teria trazido todos, mas (como alguns já sabem) eu sou uma Bookworm.

Fica aqui o link para o site doPavilhão.

 

 

 

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vivido por umdiadepoisdooutro às 17:08
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Segunda-feira, 7 de Dezembro de 2009

Compras de Natal

Todos os anos por esta altura é a mesma coisa...

Por muito que para im o Natal não seja o oferecer prendas, acabam por se criar tradições e espectativas especialmente se estamos a falar de crianças, e tirando o meu filhote tenho dois afilhados e uns quantos sobrinhos emprestados.

Na realidade adoro oferecer presentes (sim eu sou aquela que oferece quase sempre - tcharan - LIVROS).

Adoro fazer as pessoas felizes.

O meu maior problema é saber o que comprar e existem sempre umas duas ou três pessoas que me deixam os cabelos em pé.

O Natal sempre foi para mim uma época que eu adorava. Adorava os enfeites, as músicas de Natal, ter a casa cheia de gente, vestir-me de Pai Natal...

Adorava...

Desde que me divorciei o Natal passou a ser um tempo estranho. O número de pessoas passou de 15 para 5. Deixei de me vestir de Pai Natal, embora tenha começado a fazer bolinhos para o meu filho deixar junto ao sapatinho dele na lareira para o Pai Natal comer, enquanto vai passar a vêspera de Natal com o pai a casa dos tios, primos e etc.

Tinha prometido a mim própria que este ano iria esforçar-me ainda mais para me embuir do espírito Natalício e recuperar algum daquele meu entusiasmo.

Já fizémos a árvore de Natal; só falta o Presépio.

 

Vamos lá a entrar no espírito... é impossível que ainda não tenham ouvido esta na radio ou em uma qualquer loja , LOL)

 

 

 

 

 

 

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vivido por umdiadepoisdooutro às 20:50
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Domingo, 6 de Dezembro de 2009

"O dia em que te esqueci" - comprei

Acabei por não resistir e comprei o livro.

Acho que de uma certa forma esperava que a sua leitura me ajudasse a encontrar uma fórmula para rapida e eficazmente consertar o meu coração.

Mas ler algumas palavras que podiam ter sido escritas por mim, porque nisto dos amores não correspondidos há sempre partes que se tocam por mais que as histórias sejam diferentes, apenas me fez ter uma consciência mais real de que ainda não te esqueci e que ainda estou bem longe disso.

Quando penso em tudo o que se passou, em como descobri as mentiras, que afinal eras comprometido; se pensar na tua falta de consideração e respeito que nem sequer te dignaste a colocar um ponto final nesta nossa relação, optando por desaparecer, sinto raiva.

Mas depois lembro-me de todos os momentos que passámos juntos e como eras meigo e carinhoso comigo, e são estas as lembranças que me magoam.

Porque me fizeste acreditar que existia alguém que tinha a mesma visão da vida que eu; que tinha os mesmos interesses, objectivos semelhantes.

Disseste que nunca me havias prometido algo, mas tambem isso é falso: prometeste sinceridade e honestidade.

Sabias que te amava, preparavas-te para desaparecer da minha vida e no entanto não deixáste de agir da mesma forma carinhosa e amorosa, como se no dia seguinte não estivesses a pensar em cortar para sempre o contacto.

vivido por umdiadepoisdooutro às 16:28
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Quinta-feira, 3 de Dezembro de 2009

"Hush hush, hush hush"

 

 

 

 

CHIU!!!

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vivido por umdiadepoisdooutro às 14:02
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