Segunda-feira, 12 de Janeiro de 2009

Catching up II

Vamos lá ver se é desta que eu respondo ao desafio que tenho em atraso e fico com a "folha" limpa.

Este é o tal dos oito desejos, que me foi lançado pela "Conta-me Histórias", pela "Closet" e pela "Na".

Na primeira versão (por ordem, acima), seriam de identificar 8 sonhos que eu gostásse de ver realizados na minha vida e nas duas últimas versões seriam sonhos a realizar em 2009.

Ora eu como boa "misturadora" que sou resolvi transformar em sonhos/desejos que eu quero realizar na minha vida e de preferência em 2009.

Confesso que este desafio tem andado na minha cabeça desde meados de Dezembro.

A minha primeira reacção foi pânico: não conseguia enumerar um único sonho que tivesse. Estou a definhar, pensei. Nada de sonhos por realizar; nada de objectivos, que se passa comigo afinal?

Acho que nos últimos 10 anos fui desistindo de sonhar; desabituei-me, e depois o divórcio foi como que uma sentença de que afinal sonhar para quê ,se o meu grande sonho de ter uma família grande e feliz tinha acabado de ír pelo cano?!

Felizmente essa fase já passou, e agora começam a despontar aqueles sonhos pequeninos...

 

Ficam então aqui os meus 8 desejos:

1 - ser EU - pode ser um desejo um tanto estranho para a maioria, mas para mim é um objectivo senão O OBJECTIVO

2 - ter saúde

3 - que o meu filho continue feliz e saudável

4 - alcançar a paz interior e a estabilidade emocional que me tem faltado

5 - muito trabalho - e conseguir alcançar os objectivos que me foram propostos

6 - Amar e ser amada (amar-me)

7 - voltar a Londres

8 - ????????? (fica em aberto para o que a Vida me reservar)

 

Um dia depois do outro!!!

 

Acabo por não desafiar ninguém pessoalmente para este desafio porque todos os blogues que leio já o fizeram.

Se por aqui passar alguém que lhe queira pegar, be my guest.

 

 

 

música: Anything but ordinary - Avril Lavigne
vivido por umdiadepoisdooutro às 21:53
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Divulgação

Não posso deixar de aqui divulgar um artigo que me foi reencaminhado pela Associação Portuguesa de Geólogos.

Para ler e reflectir...

 

 

"VALHA-NOS SANTA BÁRBARA !
 
 
Padroeira dos mineiros, era bom que Santa Bárbara intercedesse em defesa da Geologia e da profissão de geólogo em Portugal.
O nosso sistema de ensino sempre subalternizou a Geologia. Neste contexto, a maioria dos portugueses viu e ainda vê no estudo dos minerais, das rochas e dos fósseis algo de desinteressante e enfadonho, a cumprir para efeitos de avaliação escolar e, de seguida, lançar no caixote do esquecimento. Uma tal realidade, vinda de muito longe e que, só mais recentemente, mostra alguma tendência a inverter-se, não tem conduzido ao despertar de vocações em número suficiente, nem tem criado condições que fizessem sentir a necessidade de criação de aberturas profissionais e correspondentes postos de trabalho. Em consequência, o número de geólogos portugueses é francamente baixo face à importância da sua especialização profissional numa sociedade em franca transformação, carente de desenvolvimento, necessariamente sustentado, compatível com os valores da natureza. Neste domínio do conhecimento não se erra ao dizer que, em Portugal, o cidadão médio, ou não teve qualquer aprendizagem nesta área do saber, ou esqueceu o muito pouco que aprendeu, num desinteressante e tantas vezes ineficaz ensino destas matérias, como tem sido, infelizmente, característica notada do nosso sistema escolar.
Contam-se pelos dedos de uma mão as Câmaras Municipais que incluem um geólogo nos seus quadros. Juristas, economistas, arquitectos paisagistas têm que lhes chegue, mas geólogos, praticamente, nenhuns. Algumas dão emprego a arqueólogos, e bem hajam por isso, mas paleontólogos, zero. Esta realidade está na base de uma manifesta inexistência de cultura geológica nacional, a começar pela maioria dos responsáveis políticos e da administração a todos os níveis. Uma tal carência está patente na pobreza de terminologia geológica usada nos escassos diplomas legais onde se pode encaixar a protecção do património geológico. Nos vários domínios das Geociências, e com as excepções que é justo acautelar, a cultura geológica dos portugueses, praticamente, não existe, mesmo entre a maioria dos nossos cidadãos mais letrados, incluindo os nossos agentes de cultura e jornalistas, que insistem em tratar-nos por arqueólogos Não admira, portanto, que a geodiversidade e a geoconservação não estejam nas suas preocupações.
            Para além da sua dimensão científica e tecnológica, as Geociências não podem deixar de ter uma dimensão cultural ao dispor de toda a gente. Os professores devem ter consciência desta realidade. Ao cumprirem, na aula, o programa obrigatório, devem ter presente que não estão só a fornecer bases para eventuais licenciados em Geologia (sempre raros ou inexistentes numa qualquer turma escolar), estão, sobretudo e na maioria dos casos, a formar cidadãos para quem essas bases são fundamentais em termos de preparação global. Assim, o ensino do programa oficial deverá ser tornado atraente com elementos culturais ligados ao quotidiano dos alunos. As amarras do programa oficial e o obediente e acrítico manual escolar contrariam qualquer acção dos bons professores, no que toca o ensino vivo desta disciplina. Porque não um programa mais flexível? Um programa que deixe, por exemplo, às escolas dos Açores ensinar vulcanismo a sério, sabendo-se, como se sabe, que qualquer das ilhas é um laboratório de extrema utilidade pedagógica, completamente desaproveitado. Um programa que permita aos professores, em geral, fomentar o gosto por este tipo de saber, iniciando os alunos na geologia, na geomorfologia ou na paleontologia da sua própria região: os granitos e os xistos, no norte e centro do País; as pirites e as sequências vulcânicas e sedimentares da Faixa Piritosa e os mármores, no Alentejo; as Serras de Sintra e da Arrábida e toda a sua riquíssima diversidade geológica, o sal-gema de Loulé e o seu significado geológico, a sismicidade na região de Lisboa, etc.. E porque não ligar estes conhecimentos às nossas origens como território e à sucessiva ocupação deste por outros povos e civilizações, em busca do ouro, do cobre, do estanho?
Se há domínios onde a regionalização faz sentido, o conhecimento geológico é certamente um deles. Devia dar-se às escolas e aos professores desta disciplina liberdade e tempo curricular para, em cada local e em cada oportunidade, escolherem a melhor via formativa, o que não exclui a obrigatoriedade de cumprir um programa mínimo, criteriosamente escolhido, por quem tenha competência, não só pedagógica mas também científica, para o fazer.
            A extinção, pelo governo do Primeiro Ministro Durão Barroso, em 2003, do Instituto Geológico e Mineiro (antigos Serviços Geológicos de Portugal), com século e meio de volumoso, notável e valioso trabalho realizado, onde laboraram geólogos de grande prestígio nacional e internacional, reflecte o grave desinteresse por este domínio do conhecimento científico e tecnológico, por parte dos responsáveis por esta infeliz, triste e lamentável decisão. Por outro lado, a não reparação desta indignidade causada às Geociências portuguesas e aos seus cultores, pelo governo do Primeiro Ministro José Sócrates, põe em relevo a falta de cultura destes senhores neste domínio do saber e, daí, o não avaliarem convenientemente a sua verdadeira importância e o respeito que lhes é devido.
A recente mudança do nome do Instituto de Conservação da Natureza (ICN) para Instituto de Conservação da Natureza e da Biodiversidade (ICNB) foi uma decisão infeliz dos seus mentores e das respectivas tutelas que, talvez distraídas, a consentiram. Foi, ainda, uma decisão teimosa, desnecessária, redundante e ridícula, que denuncia a pouca atenção que estes responsáveis dedicam à geodiversidade, sem a qual (talvez eles andem esquecidos) não poderia ter havido biodiversidade. Nem a que nos acompanha à superfície do planeta, nem a que só nos chega através das imagens colhidas nos campos hidrotermais das profundidades oceânicas.
Valha-nos Santa Bárbara!"
 
A.M. Galopim de Carvalho, in Sopas de Pedra
 
 
 
sinto-me:
vivido por umdiadepoisdooutro às 14:29
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Sábado, 10 de Janeiro de 2009

Little Wonders

Ontem ouvi esta música na Radio Comercial e adorei, apesar de que não me era totalmente estranha embora não me conseguisse recordar de onde a conhecia.

Foi só hoje quando a fui procurar no You Tube que percebi...

É claro que já a tinha ouvido, já vi este filme pelo menos três vezes e a última foi no dia de Ano Novo.

 

Let it go, let it roll right off your shoulder

Don't you know the hardest part is over?

Let it in, let your clarity define you

In the end we will only just remember how it feels


Our lives are made in these small hours

These little wonders, these twists and turns of fate

Time falls away but these small hours

These small hours still remain


Let it slide, let your troubles fall behind you

Let it shine until you feel it all around you

And I don't mind if it's me you need to turn to

We'll get by, it's the heart that really matters in the end


Our lives are made in these small hours

These little wonders, these twists and turns of fate

Time falls away but these small hours

These small hours still remain


All of my regret will wash away somehow

But I cannot forget the way I feel right now

In these small hours

These little wonders, these twists and turns of fate

Yeah, these twists and turns of fate!


Time falls away,yeah but these small hours

And these small hours still remain, yeah

Ooh they still remain

These little wonders, oh these twists and turns of fate
 

Time falls away but these small hours

These little wonders still remain © WALT DISNEY MUSIC COMPANY;

 

 

 

 

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vivido por umdiadepoisdooutro às 09:11
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Quinta-feira, 8 de Janeiro de 2009

PARABÉNS XUTOS

Os Xutos e Pontapés celebram hoje 30 anos de carreira, pelo que não podia deixar de aqui deixar uma nota de parabéns.

Parabéns pela criatividade; pela excelência em retratar a vida como ela é, e pelo constante crescimento. Ao fim de 30 anos as músicas continuam actuais, as novas músicas continuam excelentes.

Não é de admirar que os Xutos atravessem gerações, como é bem patente pelas faixas etárias presentes nos concertos.

Pela mimnha parte, um muito obrigado por todas as músicas que marcaram e marcam a minha vida.

Parabéns!!!

 

 

 

 

 

 

sinto-me:
vivido por umdiadepoisdooutro às 09:56
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Quarta-feira, 7 de Janeiro de 2009

Memória musical

Engraçado como há músicas que não nos saem da cabeça, e outras que de repente sem as termos ouvido recentemente aparecem dentro da nossa cabeça como as janelas de pop-up na internet...

Ía muito bem beber o cafézinho da manhã quando sem mais nem menos comecei a cantarolar esta, que aqui vos deixo...

 

 

 Neste espaçinho era suposto estar o vídeo da música, mas está bloqueado e como às vezes acho que "I' in over my head" nestas coisas da net, e depois de várias tentativas de solucionar o problema, fica apenas o link. Sorry about that!!

 

 

Bom dia a todos!!!

sinto-me:
música: Over my head - The Fray
vivido por umdiadepoisdooutro às 10:00
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Segunda-feira, 5 de Janeiro de 2009

Catching up...

Ainda mal o ano começou e eu já com coisas para pôr em dia, começo bem ...

Nada de muito grave, apenas tenho dois desafios a que responder aqui, um colocado pela "Conta-me Histórias" e outro pela "O meu Closet".

 

Vou começar pelo último que consiste num presente só para blogs femininos.

Foi-me atribuído pela http://omeucloset.blogs.sapo.pt/, (a quem agradeço por todos os comentários e pelos textos que escreve) e as regras são as seguintes:

 

 - copiar o prémio e colocar no seu blog

 - fazer referência do nome de quem atribuíu o prémio e colocar no blog

 - presentear seis mulheres cujos blogs sejam uma insiração para si

 - deixar um comentário nesses blogs para que saibam que receberam o prémio

 

 

Tchan ran ran, e as nomeadas são:

 

 - Conta-me Histórias

 - Crazymama

 - Lagrimatua

 - Tuga em Londres

 - Quase quarenta

 - A vidinha de uma gaja

 

Porquê?

Porque são mulheres que falam de coração aberto sobre os assuntos que lhes interessam; porque defendem as suas opiniões; porque me inspiram a fazer o mesmo por mim; porque SIM.

 -

vivido por umdiadepoisdooutro às 12:02
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